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Odebrecht e CCB falam sobre obras nas ruas da cidade

Representantes das duas empresas participaram de reunião no gabinete da presidência da Câmara Municipal. Eles esclareceram dúvidas sobre a universalização do sistema de esgoto de Jataí e tomaram conhecimento das reclamações dos moradores por meio dos vereadores, em relação a atrasos em obras e trabalhos entregues com problemas
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Representantes das duas empresas participaram de reunião no gabinete da presidência da Câmara Municipal. Eles esclareceram dúvidas sobre a universalização do sistema de esgoto de Jataí e tomaram conhecimento das reclamações dos moradores por meio dos vereadores, em relação a atrasos em obras e trabalhos entregues com problemas
Hélio Domingos

Foi realizada no dia 31 de agosto de 2016, no gabinete da presidência da Câmara Municipal de Jataí, uma reunião entre os vereadores e representantes das empresas Odebrecht Ambiental e CCB. Também esteve presente o secretário de Obras e Urbanismo, Tales Augusto Machado. Participaram os vereadores Marcos Antônio (presidente), Geovaci Peres, Gildenicio Santos, Vinícius Luz e Nilton César Soró, além de representantes dos vereadores Mauro Bento Filho e Adilson Carvalho.

A reunião foi solicitada pelos parlamentares para que fossem prestadas contas a respeito dos serviços realizados para a universalização do sistema de esgoto sanitário em Jataí. Moradores também reclamam da demora na entrega das obras de recuperação do asfalto das vias afetadas pela execução dos trabalhos. Poeira, barro e outros transtornos têm perturbado a vida da população de vários bairros. O alto valor de várias contas de água e esgoto também fez parte da pauta da reunião.

Segundo o coordenador de Operações e Manutenção da Odebrecht Ambiental, Pedro Gobbo, a empresa já alcançou 57% da meta de universalização do esgotamento sanitário na cidade. "Só não avançamos ainda mais porque a obra do interceptor do córrego Queixada está parada devido a uma ação judicial", informou ele. De acordo com o contrato firmado entre o município e a Odebrecht, em 2013, a meta deverá ser atingida até 2019, embora Gobbo espere atingir os 100% antes dessa data.

Carla Guimarães, do Gerenciamento de Obras da Odebrecht Ambiental em Rio Verde e Jataí, relata que já foram feitos 38 quilômetros de rede e 2,2 mil ligações na cidade desde 2015. "Quando estiverem prontas as obras que estão sendo realizadas em alguns bairros, chegaremos a 70% da meta", garantiu. "Superados os problemas judiciais com desapropriações ao longo do Queixada, deveremos começar a obra do interceptor em outubro próximo, o que vai acelerar ainda mais o processo".

Quanto ao atraso em algumas obras, o gerente de Contrato da construtora CCB, Gustavo de Almeida Cavalcante, revelou que houve alguns problemas da obtenção de material betuminoso, mas a expectativa é que o serviço seja entregue até dezembro. "Quanto ao asfalto, é mais difícil, pois temos de trazer material de Rio Verde, onde temos parceria com uma usina", declarou. "Muitas vezes fazemos o trabalho e logo em seguida as pessoas jogam água por cima, danificam o piso, o que nos obriga a fazer tudo de novo. Mas as falhas são pontuais". A empresa acredita que em setembro Jataí receberá uma nova remessa de material betuminoso, para que alguns bairros sejam atendidos rapidamente.

O secretário de Obras e Urbanismo, Tales Machado, afirmou que a Odebrecht tem sido uma ótima parceira na prefeitura. "Quando foi necessária nossa intervenção na realização de algumas obras, a empresa pagou as compensações corretamente e com rapidez", contou ele. "Mas precisamos de mais celeridade nas obras de universalização do esgoto, o que será alcançado com a conclusão da obra do interceptor do Queixada".

Sobre as tarifas, Gobbo cogitou consumo excessivo por parte de alguns moradores, especialmente no bairro Cidade Jardim II, ou vazamentos. "Estamos verificando constantemente se há vazamentos naquela região", disse o representante da Odebrecht. "Em relação aos aumentos na tarifa, não temos como fazer nada, pois os valores são definidos pela Saneago e pela Agência Goiana de Regulação (AGR)".

Também estiveram presentes no gabinete da presidência da Câmara o engenheiro da Odebrecht Ambiental Rodolfo Inácio Rodrigues e o engenheiro residente da CCB Guilherme Augusto Ferreira de Amorim.