Você sabia? quem passava pela ponte do rio claro tinha que pagar pedágio
Na segunda metade do século XIX, depois de construir a grande ponte sobre o rio Claro, usando recursos próprios e alguma ajuda de terceiros, o pioneiro José Manoel Vilella apresentou a conta das despesas feitas com a obra à Assembleia Provincial de Goiás (atual Assembleia Legislativa). Os gastos giravam em torno de despesas com mão de obra, madeira, transporte, mantimentos etc. Pouco mais de dois anos após a apresentação da conta, José Manoel Vilella foi indenizado e ainda conseguiu direito à arrecadação do pedágio sobre a ponte pelo prazo de dez anos.
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